Segurança em condomínios: como o reconhecimento facial auxilia
Mais de 68 milhões de brasileiros moram em condomínios, priorizando a segurança. O reconhecimento facial potencializa essa proteção, proporcionando total segurança nos condomínios
A escolha da moradia em condomínios fechados, sejam eles de casas ou de apartamentos em edifícios, está muito relacionada à busca de segurança quando comparada às casas em ruas abertas. Embora não assegure 100% de eficiência, o aparato dos condomínios fechados pode minimizar os riscos. E quando os empreendimentos investem em ferramentas precisas para o gerenciamento do controle de acesso, a segurança em condomínios pode ser totalmente controlada.
Com o avanço da tecnologia, novas possibilidades de controle de quem entra e sai dos condomínios como moradores, visitantes, funcionários ou prestadores de serviços, surgiram no mercado, com diferentes mecanismos, mas nada se compara ao controle de acesso realizado por meio do reconhecimento facial.
Leia mais neste link.
O recurso utiliza quatro passos para a liberação do acesso: captura da imagem, transformação em dados, leitura e reconhecimento, não sendo possível a liberação senão para a pessoa cadastrada. A solução só não será eficaz se houver erro humano na operação, ou seja, se o porteiro ou um morador permitir o acesso de um visitante sem que a pessoa passe pelo reconhecimento facial. Entenda melhor cada passo:
Captura de imagem
Nesta etapa, a imagem do rosto que serve como base de identificação é capturada. Através dela, o sistema analisa pontos da face que vão auxiliar o processo de segurança em condomínios. Os pontos analisados são vários como distância dos olhos, contorno dos lábios, orelhas e queixos, comprimento do rosto, entre outros itens que trarão exatidão na identificação da imagem. Nesta etapa o sistema faz a leitura e gera os dados para o próximo passo.

Transformação em dados
Depois da captura de imagem é preciso transformar as informações obtidas em dados que possam ser reconhecidos através da leitura facial. Os pontos analisados anteriormente se transformam em dados que são “encaixados” na imagem lida em todos os momentos em que existe a solicitação de acesso. O processo é feito em milissegundos e termina na próxima etapa.
Leitura e reconhecimento
A leitura da imagem é feita através de um aparelho externo à portaria. Com o reconhecimento da imagem, o acesso é liberado. Através da leitura detalhada, o reconhecimento facial evita a entrada de pessoas não autorizadas e registra quem teve acesso ao local em determinada data e horário, potencializando a segurança em condomínios.
Gostou da ideia? A GPR Digital é referência em reconhecimento facial e pode te ajudar a morar em um condomínio mais seguro. Entre em contato conosco e acesse nossas redes sociais para saber mais sobre reconhecimento facial e outras tecnologias.